Aos quarenta e seis anos, Dan Brown, é actualmente um dos escritores mais conhecidos no mundo. No dia em que foi posto à venda, “O Símbolo Perdido” vendeu mais de um milhão de exemplares, actualmente conta com mais de seis milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Depois do Vaticano e de mistérios envolvendo a Igreja, Washington é agora o cenário para o novo livro e os segredos maçónicos o tema do novo romance.
Robert Langdon é convidado à última hora para dar uma palestra no Capitólio, quando chega à sala onde iria dar a palestra, esta está vazia, depois de fazer um telefonema apercebe-se que foi levado para aquele edifício com outros objectivos, ao entrar na Rotunda do Capitólio Langdon deparasse com uma mão “posicionada com o dedo indicador e o polegar a apontarem para o tecto”, ao se aproximar vê que “as pontas do indicador e do polegar tinham sido decoradas com minúsculas tatuagens”, o prestigiado simbologista não teve duvidas, tratava-se de um convite ancestral para um mundo perdido de saberes esotéricos e ocultos, para seu espanto o quarto dedo tinha um anel de ouro maçónico que Longdon tão bem conhecia, aquela mão no meio da rotunda do Capitólio era a mão do seu amigo Peter Salomam, filantropo e Soberano Grande Comendador da Maçonaria. Para salvar o seu amigo, Robert terá de desvendar um segredo escondido à centenas de anos pelos maçons.
George Washington, o F.B.I. a maçonaria, câmaras ocultas, túneis, templos, símbolos secretos e códigos enigmáticos fazem da última obra de Dan Brown um livro misterioso e que nos surpreende a cada página.
Boa leitura…