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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Hilary Mantel com “Bring up the Bodies” é a vencedora do Man Booker Prize 2012



Hilary Mantel com “Bring up the Bodies” é a vencedora do Man Booker Prize 2012.
"Esperei 20 anos por um Prémio Man Booker e em pouco tempo são-me atribuídos dois"
Ao vencer o galardão, torna-se na primeira mulher a receber o prémio pela segunda vez. Na história do prémio, Mantel é a terceira, depois do australiano Peter Carey e do sul-africano J.M. Coetzee, a receber este prémio duas vezes.

 Sugestões de leitura e citações de outros Man Booker Prize:

2011 - Julian Barnes - O Sentido do Fim
http://sugestaodeleitura.blogspot.pt/2012/08/o-sentido-do-fim-julian-barnes.html

2010 - Howard Jacobson - A Questão Finkler
http://sugestaodeleitura.blogspot.pt/search/label/A%20Quest%C3%A3o%20Finkler

2008 - Aravind Adiga - O Tigre Branco
http://sugestaodeleitura.blogspot.pt/search/label/Aravind%20Adiga

Philip Roth
http://sugestaodeleitura.blogspot.pt/search/label/Philip%20Roth

Penelope Liverly
http://sugestaodeleitura.blogspot.pt/search/label/Penelope%20Liverly


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Amanhã saberemos quem é o Nobel da Literatura 2012...




O nome do vencedor do Prémio Nobel de Literatura será anunciado na próxima quinta-feira às 13:00..
Nenhum nome é apontado como grande favorito, mas os círculos literários em Estocolmo destacam a possibilidade de vitória de uma mulher ou de um autor americano.
Segundo o site de apostas online Ladbrokes, Huraki Murakami é o principal favorito. Recorde-se que por mais de uma vez as previsões deste site foram certas, o nome do vencedor tem estado sempre nos cinquenta nomes apresentados.
Como tem sido hábito, António Lobo Antunes também figura entre os favoritos. Em baixo deixo o link para poderem aceder há lista:

Deixo aqui o link das citações e sugestões de leitura que fiz dos autores que constam nessa lista:
Boas Leituras...
Haruki Murakami
Philip Roth
Amos Oz
António Lobo Antunes
Julian Barnes 
Paul Auster

domingo, 17 de junho de 2012

Némesis - Philip Roth



Philip Roth é um dos autores americanos mais premiados da atualidade. Recentemente foi-lhe atribuído o Prémio Príncipe das Astúrias. Em 2011 ganhou o Man Booker International Prize, o mais prestigiante prémio para escritores de língua inglesa. Némesis é o seu trigésimo primeiro livro.
Decorria o ano de 1944, milhares de soldados americanos combatiam na Europa. Bucky Cantor é dado como inapto para o serviço militar por causa de um problema de visão. O sonho de combater na Europa é-lhe negado, sendo um dos poucos da sua geração a ficar em Newark. Passa a ser monitor de um recinto de jogos, mas um surto de pálio toma conta da cidade. As notícias sobre a guerra ficam para segundo plano, agora toda a gente fala na doença.
“Comeu aqui um cachorro quente, foi para casa, apanhou a pólio e morreu, e agora toda a gente tem medo de cá entrar.”
O medo é paralisante, com ele surgem os boatos e o ser humano revela os seus piores preconceitos como o racismo ou o antissemitismo. (“Mas então os italianos? De certeza que foi os italianos!”).
Cantor é devastado por sentimentos como a culpa, o medo, o pânico, a revolta, a incredulidade, o sofrimento ou a dor. Não devia estar a combater na guerra? Deverá abandonar a cidade, deixando a sua avó sozinha para ir ter com a sua namorada a Indian Hill onde o vírus não existe? Abandonaria os rapazes da cidade, logo agora que ele era mais preciso? Será que podia ter evitado a epidemia?
Deus também é tema ao longo de todo o livro, se para uns é o refúgio que os pode salvar da desgraça, para outros é o culpado pela propagação do vírus da pólio assim como da guerra na Europa. No final do livro o autor deixa em aberto uma reflexão: Será que se não acreditarmos em Deus podemos responsabiliza-lo pelas desgraças no mundo?
Também já no fim do livro lembra os avanços da medicina. Felizmente hoje já existe vacina contra a pólio, contudo os sentimentos humanos, assim como os preconceitos parecem ser hoje os mesmos que eram no final da 2ª Grande Guerra.
Boa leitura…

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Philip Roth venceu o Prémio Príncipe das Astúrias



O romancista judeu norte-americano Philip Roth venceu o Prémio Príncipe das Astúrias para as Letras, juntando mais uma prestigiada medalha à sua vasta colecção de prémios literários, à qual já só falta mesmo o Nobel da Literatura.


Fonte Jornal Publico.

   Gostei dos seus livros, é um autor que recomendo. Estou em crer que mais ano menos anos a Academia Sueca vai-lhe atribuir o maior galardão literário do mundo.


Ver sugestões e citações de livros de Philip Roth:
http://sugestaodeleitura.blogspot.pt/search/label/Philip%20Roth

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Sobre Némesis de Philip Roth



Já acabei de o ler!
Este é o meu terceiro livro de Roth, foi o melhor livro que li do autor Americano. Vai direitinho para a lista dos melhores livros que li até agora.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Philip Roth - A Humilhação


Aos 78 anos Philip Roth foi, sem surpresa, galardoado com o Man Booker International Prize, premio que distingue bianualmente um escritor de língua inglesa pelo conjunto da sua obra. Este prémio é a mais importante distinção literária para escritores que originalmente escrevem na língua de Shakespeare. “A Humilhação”, trigésimo livro do autor, é o seu mais recente trabalho.
“No passado, quando representava não pensava em nada. Aquilo que fazia bem fazia-o por instinto. Agora pensava em tudo, e aniquilava tudo o que era espontâneo e vital.” Simon Axler era um dos melhores actores do teatro América, só que de um dia para o outro as coisas deixaram de correr bem, Axler já não conseguia subir ao palco. Acaba por ir fazer tratamentos para um hospital psiquiátrico, a partir dai, são varias as histórias que o autor nos conta em que as personagens tem em comum o facto de terem sido humilhadas.
 “Os temas antigos da literatura dramática: incesto, traição, injustiça, crueldade, vingança, ciúme, rivalidade, desejo, perda, desonra e luto” são ainda hoje bastante actuais. É desses tipos de humilhação que Roth nos fala ao longo do livro.
Um homem que é abandonado pela sua esposa; uns pais que não aceitam que a filha tenha uma relação com um homem 20 anos mais velho; um homem que vê a sua companheira troca-lo por uma mulher; uma mãe que vê a filha ser violada pelo seu marido são exemplos das diversas formas que levam as personagens de Roth a sentirem-se humilhadas.
“O suicídio é um tema que os dramaturgos abordam com temor reverencial desde o século V a. C., fascinados pelos seres humanos que são capazes de gerar emoções que possam inspirar tão extraordinário acto.” Será que Axler resistirá à tentação do suicídio, e as outras personagens, como é que se vão recompor da humilhação de sentiram?
Boa Leitura…