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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Morreu Stéphane Hessel autor de Indignai-vos

Inspirou o movimento dos Indignados, o único sobrevivente do grupo que em 1948 redigiu a Declaração Universal dos Direitos Humanos, e morreu na última noite em Paris. Stephane Hessel, 95 anos, era o autor do manifesto "Indignai-vos", publicado em 2010, que vendeu 3,5 milhões de cópias em todo o mundo.
Evadiu-se em 1944 de um campo de concentração nazi e gostava de dizer a propósito: "Lutei contra Hitler e fui eu que ganhei".
Grande homem, nunca deixou de lutar pelos seus ideais e fê-lo sempre de uma forma pacífica. Mesmo depois dos 90 anos não baixou os braços e apelou à indignação das pessoas, segundo ele, a Europa está a ir por um caminho muito perigoso. Seres humanos com Stephane Hessel fazem muito falta ao mundo.

Sugestão de leitura e citações de Indignai-vos de Stephane Hessel:
http://sugestaodeleitura.blogspot.pt/search/label/Indignai-vos



quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Stéphane Hessel em Indignai-vos

Os responsáveis políticos, económicos, intelectuais e a sociedade em geral não podem desistir, nem deixar-se impressionar pela actual ditadura internacional dos mercados financeiros que ameaça a paz e a democracia.

Sugestão de leitura de Indignai-vos:
http://sugestaodeleitura.blogspot.com/2011/05/stephane-hessel-indignai-vos.html

terça-feira, 3 de maio de 2011

Stéphane Hessel - Indignai-vos

Stéphane Hessel foi um dos heróis da Resistência Francesa. Durante a Segunda Guerra Mundial evadiu-se de um campo de concentração nazi, mais tarde, já como diplomata francês, foi um dos redactores da Declaração Universal dos Direitos do Homem. Aos 93 anos decidiu escrever um livro polémico, onde alerta que a Europa avança na direcção de um enorme precipício. A edição portuguesa de “Indignai-vos” tem o prefácio de Mário Soares.
Stéphane Hessel dá como razão para indignar-nos o crescente fosso entre os muito pobres e os muito ricos; o estado do planeta; o desrespeito pelos emigrantes e pelos direitos humanos; a falsa liberdade de imprensa pois “os media estão nas mãos dos poderosos”; o fim de muitos direitos sociais conquistados depois da queda do nazismo, como o direito à saúde, ou o direito às reformas; e questiona: “Mas como é possível que actualmente (os estados) não tenham verbas para manter e prolongar estas conquistas quando a produção de riquezas aumentou consideravelmente desde a Libertação (do nazismo), quando a Europa estava arruinada?” Para Hessel vivemos actualmente “numa ditadura internacional dos mercados financeiros” em que os cidadãos não sabem quem comanda ou quem decide.
 “Infelizmente, a História dá poucos exemplos de povos que retiram lições da sua própria história” e é esse o medo do autor, que a Europa possa vir a passar pelo mesmo que já passou, para isso não acontecer cabe a cada cidadão indignar-se, obrigando os políticos a mudarem as suas actuais politicas, mas essa indignação deve sempre seguir o caminho da não-violência pois, segundo o autor, só aí reside a esperança.
Boa Leitura…