O mesmo céptico, se aqui estivesse, não teria outro remédio que depor por um instante o seu cepticismo e reconhecer, Bonito gesto, este carnaca é realmente um bom homem, não há dúvida de que as melhores lições nos vêm sempre de gente simples.
Outras citações de Saramago:
http://sugestaodeleitura.blogspot.com/2011/08/jose-saramago-cadernos-de-lanzarote.html
Sugestões de leitura de livros de Saramago:
A Viagem do Elefante:
http://sugestaodeleitura.blogspot.com/2009/01/aviagem-do-elefante-jose-saramago.html
O Evangelho Segundo Jesus Cristo:
http://sugestaodeleitura.blogspot.com/2011/06/o-evangelho-segundo-jesus-cristo-jose.html
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terça-feira, 13 de setembro de 2011
sábado, 10 de janeiro de 2009
A Viagem do Elefante - Jose Saramago

Partindo de uma história real, o novo livro de José Saramago conta a história da viagem de um elefante indiano, que já se encontrava em Portugal á dois anos e que foi oferecido pelo Rei João III ao seu primo, o arquiduque Maximiliano da Áustria, genro do imperador Carlos V. A caminhada aconteceu no século XVI entre Lisboa e Viena.
No entanto, o autor ressalva: “Aquilo que deu sentido, literariamente falando, há vida do elefante e sem a qual provavelmente o livro não teria existido é o final da vida do elefante. Se quando o elefante morre não lhe tivessem cortados as patas dianteiras para fazer delas bengaleiros, provavelmente o livro não tinha sido escrito.”
Com base nesses escassos elementos históricos e sobretudo valendo-se da sua poderosa imaginação, o vencedor do Premio Nobel da Literatura de 1998 escreveu o seu novo livro - A Viagem do Elefante.
Para além do livro ter mais de 250 páginas, o autor prefere chamar-lhe conto em vez de romance “porque falta uma história de amor”, Saramago ironiza “o elefante não conhece nenhuma elefanta no caminho.”
Porque todos nós um dia perdemos as “patas dianteiras”, o conto A Viagem do Elefante é um livro a não perder
Boa leitura…
No entanto, o autor ressalva: “Aquilo que deu sentido, literariamente falando, há vida do elefante e sem a qual provavelmente o livro não teria existido é o final da vida do elefante. Se quando o elefante morre não lhe tivessem cortados as patas dianteiras para fazer delas bengaleiros, provavelmente o livro não tinha sido escrito.”
Com base nesses escassos elementos históricos e sobretudo valendo-se da sua poderosa imaginação, o vencedor do Premio Nobel da Literatura de 1998 escreveu o seu novo livro - A Viagem do Elefante.
Para além do livro ter mais de 250 páginas, o autor prefere chamar-lhe conto em vez de romance “porque falta uma história de amor”, Saramago ironiza “o elefante não conhece nenhuma elefanta no caminho.”
Porque todos nós um dia perdemos as “patas dianteiras”, o conto A Viagem do Elefante é um livro a não perder
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